Centrais Sindicais se reúnem para discutir estratégias de luta para o segundo turno

As perdas de direitos históricos como o 13º salário e carteira assinada e, principalmente, a possibilidade real e concreta da implantação de um regime político onde os trabalhadores não possam mais reunir-se em sindicatos para lutar por melhorias de trabalho devem ser os princípios que vão nortear a campanha neste segundo turno entre as centrais sindicais que apoiam a candidatura Haddad-Manuela.

Reunidos na sede da Fecosul, na tarde desta quarta-feira (10/10), sindicalistas representantes da CUT, CTB, CSB e Conlutas, diante da ameaça fascista que representa Jair Bolsonaro, decidiram deixar as diferenças de lado e unir-se em torno de um bem comum: a democracia, a liberdade e a paz. O uso racional e incisivo das redes sociais nesta segunda etapa do pleito nacional foi tirado como estratégia fundamental para impulsionar a candidatura de Haddad/Manuela, virar votos e vencer as eleições.

Na próxima segunda, dia 15 de outubro, às 9h, a equipe volta a se reunir e convoca centrais sindicais e sindicatos que tenham equipe de comunicação para participar e debater estratégias específicas da área.

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Texto: Maricélia Pinheiro
Foto: Marcus Perez/CUT