Veja as propostas de Rossetto e Haddad para reaquecer a economia do RS e do País

Para que o RS e o Brasil voltem a crescer, é preciso retomar o protagonismo na apresentação de políticas ativas para o desenvolvimento econômico e social, a fim de superar a atual tendência de fragilidade instalada no Estado e país.

O ciclo econômico gerado pelo atual governo do Rio Grande do Sul tem sido marcado pela ausência de iniciativas políticas para os setores da economia, pelo enfraquecimento da função pública do Estado e pela desarticulação dos programas de fomento. Rossetto tem compromisso com o pagamento em dia do salário do funcionalismo público, com a qualificação profissional, o Piso Regional e outras tantas ações que atingem diretamente os gaúchos e gaúchas.

Com o agravamento da crise econômica, provocada pelo governo ilegítimo de Temer e do PSDB, já são quase 13 milhões de brasileiros desempregados, sendo 4,8 milhões de desalentados. No Rio Grande do Sul, são 510 mil desempregados.

Os governos do PT já mostraram que é possível vencer essa crise, quebrar esse ciclo e fazer a roda da economia girar novamente.

Conheça as ações do plano de governo da coligação Por um Rio Grande Justo (PT/PCdoB) para a recuperação das finanças públicas do Estado:

– Buscar o crescimento econômico para alcançar a sustentabilidade fiscal, ou seja, a plena capacidade do Estado para atender as necessidades sociais e de infraestrutura;

– Cobrar da União o ressarcimento pelas perdas decorrentes da Lei Kandir: são quatro bilhões de reais ao ano, decorrentes da desoneração dos produtos primários e semi-elaborados na exportação;

– Potencializar a captação de recursos orçamentários voluntários junto à União e financiamentos internacionais para aplicação em políticas públicas;

– Aprimorar as ações de cobrança dos devedores do Estado, com celeridades nas ações, e combate aos maus pagadores;

– Ampliar o combate à sonegação, com mais tecnologia e postos de fiscalização.

Conheça as ações do Plano de Governo da Coligação O Brasil Feliz de Novo:

– Fortalecer o salário mínimo e recuperar a política de valorização, aumentando a renda das famílias;

– Promover uma reforma bancária que faça com que bancos que cobram mais juros paguem mais impostos e vice-versa. Ou seja, os bancos serão estimulados a cobrar menos juros para diminuir sua carga tributária;

– Programa Dívida Zero: linha de crédito em bancos públicos para pessoas que se encontram no cadastro negativo SPC/Serasa, com juros baios e prazos razoáveis;

– Programa Meu Emprego de Novo, que prevê a geração de postos de trabalho com a retomada de obras paradas em todo o Brasil, a retomado do Minha Casa Minha Vida e dos investimentos da Petrobras;

– Reforçar os investimentos do Programa Bolsa Família, incluindo aqueles que voltaram à pobreza com o golpe.

Com estas medidas o Rio Grande do Sul e o Brasil vão ter sua economia reaquecida, incluindo aqueles que mais precisam. Teremos novamente um Rio Grande Justo e um Brasil feliz de novo!